5 coisas para saber sobre cimento queimado

cimento queimado

 

Ambientes crus são uma tendência que vem ganhando espaço nos projetos de arquitetura, que apostam em novos produtos para diversificar o ambiente.

Um bom exemplo disso é o cimento queimado: além de ser prático, resistente e flexível, esse material apresenta baixo custo, caindo não só no gosto de profissionais do ramo, mas também dos clientes!

Quer saber mais sobre esse tipo acabamento? Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre ele!

1. É uma grande tendência da arquitetura

O cimento queimado é um produto que tem como base a argamassa — nesse caso, porém, ela é feita de cimento, água e areia, e preparada no local onde será usada.

O procedimento consiste em alisar o cimento sobre a argamassa até que ele fique completamente uniforme. Pela sua forma de produção, esse é um material que apresenta elevada aplicabilidade.

Apesar de ser cinza inicialmente, o cimento queimado pode apresentar outras cores — as mais comuns são camurça e concreto.

Mas não só esses os motivos que fizeram do cimento queimado uma tendência: o material que compõe esse produto absorve menos calor, resultando em um ambiente mais fresco.

Ele também é ecologicamente correto, já que não há necessidade de queima no processo de produção, eliminando a emissão de gás carbônico.

2. Existem inúmeros motivos para usar esse produto

Apesar de exigir mão de obra especializada para sua produção e aplicação, o cimento queimado se tornou uma das primeiras opções de arquitetos.

O motivo é simples: esse é um produto barato, com elevada durabilidade e que pode ser usado em diversos ambientes.

O cimento queimado também garante um diferencial estético para o projeto, já que traz um ar mais rústico para a decoração.

E não é só isso! O cimento queimado agrada muito os clientes: além de garantir maior praticidade — já que é fácil de limpar —, esse é um produto que possui custo-benefício relativamente melhor, especialmente quando comparado a outros tipos de revestimentos, como porcelanatos.

3. Exige algumas técnicas

Mesmo sendo um produto indicado para todos os tipos de ambientes — desde salas até banheiros —, é necessário que o profissional conheça algumas técnicas para incluir o cimento queimado em seus projetos.

Para ajudar, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) criou um material que ensina a forma correta de fazer e aplicar o cimento queimado. Uma de suas recomendações é que a área de aplicação fique isolada por pelo menos três dias.

4. O uso do cimento queimado requer cuidados

Como é monocromático, o uso do cimento queimado pode resultar em um ambiente rígido e sem vida. Por isso, é importante ter cuidado com a combinação de cores!

Outro ponto que do projeto de arquitetura que merece atenção são os locais onde o frio é mais intenso. Como retém pouco calor, o cimento queimado nesses ambientes pode acabar resultando em temperaturas baixas, causando desconforto.

O ideal é combinar o uso do produto com outros materiais, como madeira, além de incluir outros elementos que aqueçam o ambiente, como tapetes e carpetes.

5. Pode ser aplicado em vários locais

Como já dissemos antes, o cimento queimado pode ser usado em diversos locais, já que é versátil e de fácil combinação.

Para locais com decorações mais modernas, as paredes podem ser revestidas com o produto de maneira que ele fique manchado — como cinza com manchas brancas.

É usado ainda como acabamento em cozinhas, por exemplo, onde, além de dar um ar industrial, traz maior luminosidade e frescor.

O uso do cimento queimado se estende ainda para papel de parede e pisos — neste último caso, ele é aplicado com aspecto brilhoso.

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