5 fatores para considerar ao precificar seus projetos de arquitetura

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Vai elaborar um projeto, mas não sabe quanto cobrar por ele? Apesar de parecer uma tarefa simples, precificar os projetos de arquitetura é uma das grandes dúvidas dos profissionais dessa área.

Isso porque, ao analisar os custos da obra, são inúmeras as variáveis a influenciar o preço final. Isso acaba confundindo os arquitetos, que ficam receosos sobre quanto cobrar.

No post de hoje, vamos tirar as principais dúvidas sobre quais fatores considerar ao precificar os projetos de arquitetura. Continue a leitura e veja como se manter em sintonia com o mercado!

1. Região do país

Apesar de já ser um fator conhecido pelos arquitetos, algumas vezes ele não é considerado no momento de fazer a precificação dos projetos.

O preço do m² varia de acordo com cada região, especialmente pelas diversidades que cada uma apresenta — desenvolvimento, renda populacional, concentração urbana, entre outras.

2. Características do projeto

Esse é outro fator fundamental que o arquiteto deve considerar ao precificar seu projeto. É preciso colocar nas contas todas as características do empreendimento, como tipo de material utilizado, tamanho da construção, quantidade de horas necessárias, quais tendências serão usadas, etc.

3. Nível de complexidade da construção

Para que você entenda esse fator, vamos fazer uma analogia com serviços técnicos: se você possui um computador que está estragado, e vai levá-lo para arrumar, o preço cobrado pelo profissional vai aumentar de acordo com a dificuldade em solucionar o problema, concorda?

E com a arquitetura não deve ser diferente! Para que você saiba como cobrar de acordo com a complexidade, pode dividir os projetos em três níveis: simples, médio e alto — diferenciando-os de acordo com o tipo de material usado em cada um.

Além disso, o tipo de especialização dos profissionais também pode ser uma característica usada como critério para determinar a complexidade. Quanto mais complexo o projeto, maior deve ser o nível de conhecimento do especialista.

4. Acessibilidade aos materiais

Esse fator para precificação dos projetos está diretamente relacionado com o anterior: quanto mais complexo é o projeto, maior deve ser a qualidade dos materiais utilizados.

E, muitas vezes, esses produtos não são encontrados facilmente — alguns deles precisam até ser importados!

Além disso, alguns desses materiais não possuem fornecedores específicos, dificultando ainda mais sua obtenção e elevando o preço.

5. Relação custo-benefício

O preço não deve o único critério a ser considerado na precificação dos projetos! Pode parecer um pouco confuso, mas é importante também considerar quais são os benefícios do seu trabalho, em conjunto com a qualidade dos serviços, o que resulta no custo-benefício.

Assim, ao precificar os projetos, não deixe de considerar também o valor que seus serviços podem agregar à obra. Além de reforçar sua reputação como profissional, o cliente ficará satisfeito com o preço sugerido, já que pagará por um trabalho de qualidade.

Precificar os projetos de arquitetura se torna uma tarefa simples quando os fatores corretos são levados em consideração. Dessa maneira, é possível cobrar um valor justo, que agrade ambas as partes da negociação!

E você, conhece mais algum fator para precificar os projetos de arquitetura que não citamos nesse post? Compartilhe com a gente aqui nos comentários e participe da conversa!

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